Deflagrada pela Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Presidente Prudente, a ofensiva mirou uma associação criminosa especializada em fraudes virtuais e lavagem de capitais. Os policiais civis cumpriram mandados de busca e apreensão em três endereços localizados na Zona Leste da capital paulista, resultando no recolhimento de farto material probatório.
Durante as diligências, as equipes apreenderam 73 cartões bancários emitidos em nome de diferentes pessoas, 33 chips de telefonia, seis aparelhos celulares e a quantia de R$ 7.410 em espécie. Todo o material recolhido será submetido a perícia técnica e análise detalhada pelos investigadores para identificar novos integrantes do grupo e outras possíveis vítimas.
A apuração do caso começou logo após o registro do crime na região de Presidente Prudente. Por meio de técnicas avançadas de inteligência criminal em ambiente digital e do rastreamento de dados bancários, telemáticos e telefônicos, os agentes conseguiram mapear a estrutura utilizada para consolidar as fraudes financeiras.
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Segundo a Polícia Civil, os investigados utilizavam contas bancárias, linhas telefônicas e conexões de internet registradas em nome de terceiros para ocultar suas reais identidades. Além disso, os valores obtidos de forma ilícita eram rapidamente transferidos e distribuídos entre várias contas correntes, dificultando o rastreamento do dinheiro pelas autoridades.
As investigações também permitiram identificar a pessoa responsável por operar o perfil de rede social utilizado para atrair e induzir a vítima ao erro. O nome da ação, "Operação Reflexo Oculto", faz alusão ao fato de que as pistas iniciais revelavam apenas a superfície de uma rede criminosa muito maior e mais complexa, cujo objetivo final era a ocultação patrimonial.
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